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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Voltando aos trabalhos!


Olá pessoal, tudo bem? Depois de quase dois anos de inatividade, a partir de hoje o Saúde em Prática está de volta ao ar e com muitas novidades!

Esse veículo de informação independente, criado em 2010, cresceu rapidamente e incentivou muitos leitores a colocarem sua Saúde em Prática. Por isso, não poderia ficar mais tempo parado, certo?!

O objetivo é continuar compartilhando informações sobre exercícios físicos, alimentação saudável, saúde e qualidade de vida em um espaço totalmente de "cara nova" e com publicações semanais! Toda segunda-feira será compartilhada dicas de alimentos, especialmente sem glúten e/ou sem lactose (leia o Sobre a Autora) na categoria "Segunda da Dieta"; toda quinta-feira será dia de "Receita de Quinta"; e em toda sexta-feira haverá publicação na categoria "Fit Friday", na qual serão incluídos assuntos relacionados a exercícios físicos. Nesta semana já teremos matérias especiais nestas categorias! 

Espero conseguir compartilhar conhecimentos e aprender ainda mais com vocês!

Sejam novamente bem-vindos ao Saúde em Prática!
Por: Priscila Mari.

Obs.: Imagem de fundo da capa desta publicação retirada do google imagens

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Estudo comprova redução de Pressão Arterial em idosos que praticam dança!

É com enormes satisfação que compartilho com vocês as repercussões de um estudo realizado no Núcleo de Pesquisa e Extensão, que faço parte. Quando entrei para o Núcleo de Cardiologia e Medicina do Exercício (NCME) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) o estudo que acompanhou as consequências provocadas na Pressão Arterial de idosos com doenças crônico-degenerativas que praticavam três vezes na semana a dança de salão como uma das atividades do Programa de Prevenção e Reabilitação Cardiopulmonar e Metabólica deste Núcleo, estava sendo concluído com resultados muito estimulantes para essas pessoas.

Liderado pelo Médico e Professor Tales de Carvalho, o estudo comprovou que o programa de dança de salão aplicado a esta população reduziu significativamente não só os níveis de Pressão Arterial pós-exercício em pacientes Hipertensos, como também foi comprovada a melhora metabólica, com níveis de glicose sanguínea mais satisfatórios nos pacientes diabéticos, e ainda, é claro, a melhora da autoestima e da qualidade de vida dessas pessoas.

Agora, o estudo está naturalmente chamando a atenção das mídias, e a última grande divulgação foi feita no mês passado pelo Jornal Hoje da Rede Globo. Assista ao vídeo exibido no programa e saiba mais sobre o estudo:

Vídeo Jornal Hoje (Rede Globo) sobre o estudo da UDESC

Obs.: Imagem de fundo da capa desta publicação retirada do google imagens
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Como se comporta a Pressão Arterial antes, durante e após o exercício?

Você já sabe que antes de exercícios físicos, ou seja, em situações de repouso, uma pressão arterial considera normal e ideal deve ser menor ou igual a 120/80 mmHg (ou 12 por 8).

Durante uma sessão de exercícios físicos a resposta esperada para a pressão arterial é que a sistólica (máxima) aumente, e dependendo do tipo e da intensidade do exercício, possa chegar a valores superiores a 200 mmHg (ou 20), para atender as demandas do corpo, mas em média aumenta em 30 ou 40 mmHg e depois se estabiliza. Já a pressão arterial diastólica (mínima) costuma se manter ou até mesmo diminuir, ou aumentar ligeiramente (não mais que 15 mmHg).

Entretanto, um aumento superior a 220 mmHg (ou 22) para a PA sistólica, ou em mais de 15mmHg para a PA diastólica (o que pode indicar uma função endotelial prejudicada) são consideradas respostas anormais, típicas de hipertensos, mas que em indivíduos normotensos (com níveis pressóricos normais) pode surgir hipertensão futuramente. Estudos mostram que independente da PA de repouso, um aumento exagerado em mais de 250mmHg (ou 25) em resposta ao exercício é um fator de risco para mortes por doenças cardiovasculares, tendo um maior risco de desenvolvimento de hipertensão futura.

Após uma sessão de exercício físico a pressão arterial costuma diminuir ainda mais que os níveis verificados antes do exercício (efeito agudo). Geralmente, a pressão arterial tem uma queda de 5 a 7 mmHg em até 22 horas e essa queda parece ser ainda maior em hipertensos.
Depois da prática sistemática de exercícios físicos, dentro de algum tempo, a PA diminuirá naturalmente tanto em repouso, quanto no exercício, quanto no pós-exercício, de 7 a 10 mmHg (efeito crônico).

Portanto, o exercício físico tem esse importante poder de reduzir a pressão arterial tanto em repouso, quanto no pós-exercício. Observa-se, então, a indispensável prática deste para todos, e principalmente, para hipertensos, como forma de tratamento e controle de sua pressão arterial, que acabará ajudando também em problemas associados como controle de peso, estresse, colesterol alto, diabetes, etc.

Os exercícios devem ser acompanhados de um profissional de Educação Física, mas as recomendações gerais são exercícios aeróbios (caminhada, natação, bike) com intensidade de moderada a alta (50-70 % do V02 máx), de 3 a 5 vezes por semana com duração de no mínimo 30 minutos, como também exercícios resistidos (musculação) com intensidade de leve a moderada (50 a 60% de 1RM) com número elevado de repetições focando os grandes grupos musculares, com poucas séries, e longo intervalo de descanso entre as séries e exercícios, também de 3 a 5 vezes por semana.

Informações sobre consultorias online de treinamento, orientadas por mim, pelo e-mail: saudeempratica@gmail.com

Obs.: Imagens desta publicação retiradas do google imagens
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sábado, 17 de julho de 2010

Qual a sua pisada?

A pisada é uma característica anatômica particular de cada pessoa e é definida por meio da análise de vários elementos: tipo de pé (normal, plano e cavo), disposição de joelhos (varos e valgos), ângulo formado entre joelho e quadril, e flexibilidade das articulações. Para isso, depois de identificar sua pisada você deve procurar um tênis específico para ela, para que seu corpo não seja ainda mais sobrecarregado se você já tem uma pisada "diferente" que possa contribuir para a ocorrência ou para o agravamento de lesões.

A melhor forma de conhecer sua pisada é passando por uma avaliação biomecânica em laboratório, com câmeras bi ou tri-dimensionais e marcadores refletivos em posições específicas. Como poucos têm acesso a essa tecnologia, a maneira mais simples é a analise do desgaste do solado do tênis. Deve-se observar o desgaste na planta do pé e não no calcanhar. Identifique a sua pisada:



obs: A pisada “pra dentro” também é conhecida como pronadora e a pisada “pra fora” é conhecida como supinadora.

Em geral, os tipos de tênis recomendados para cada tipo de pisada são:
Um tênis que traga estabilidade, para uma pisada neutra;
Um tênis com melhor amortecimento, para uma pisada "para fora";
Um tênis que der maior controle na passada, para uma pisada "para dentro";

Você pode perguntar ao vendedor da loja um modelo de tênis específico para você de acordo com sua pisada. Em boas lojas de artigos esportivos você consegue isso. Um Profissional de Educação Física e/ou um Fisioterapeuta também são capazes de fazer uma avaliação postural, identificando seu tipo de pisada!

Obs.: Imagens desta publicação retiradas do google imagens
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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Celulite e exercícios físicos

E quem não faz de tudo para evitar ou reduzir aquele aspecto de casca de laranja que insiste em se alojar nas regiões corporais mais "visadas" do povo brasileiro? É, estamos falando da maldita celulite, que afeta homens e mulheres, mas, principalmente, as mulheres!

A celulite é uma inflamação das células que geralmente está ao nível subcutâneo, entre a pele e o músculo, onde há principalmente alterações no tecido gorduroso que passam a acumular líquidos e se depositar de maneira irregular em conjunto com alterações nos pequenos vasos sanguíneos e linfáticos da região. Em alguns casos, pode inclusive causar dor.

Ela aparece em nossos corpos devido a predisposições genéticas sendo também influenciada por questões hormonais, mas o fato é que o que mais pode agravar a celulite é uma alimentação inadequada e uma vida sedentária.

Algumas medicações e tratamentos com ultrassom e drenagem linfática são utilizados no tratamento da celulite e geralmente têm certo sucesso. Mas, para quem não tem condições de se utilizar dessas técnicas, algumas dicas de alimentação e de exercícios servem perfeitamente para também se ter sucesso no tratamento:

Os exercícios:

* Aqueles que estimulam a circulação sanguínea e a oxigenação são muito eficientes, como exercícios de caminhada, corrida, pois têm um princípio similar ao da drenagem linfática.
* Mas, exercícios de musculação também podem ajudar bastante, pois estes fortalecem a musculatura, ajudando na aparência de uma pele mais firme.
* O importante também é se exercitar na tentativa de perder gordura (um Profissional de Educação Física poderá adequar o melhor programa de treinamento para você, com esse objetivo), o que contribuirá na melhora do aspecto da pele.

Por isso, é indispensável a realização regular de exercícios físicos para prevenção e tratamento da celulite!

Vamos, comece já a reduzir a celulite colocando sua Saúde em Prática!
Informações sobre consultorias online de treinamento, orientadas por mim, pelo e-mail: saudeempratica@gmail.com

Obs.: Imagem de fundo da capa desta publicação retirada do google imagens
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terça-feira, 15 de junho de 2010

Cuidado ao utilizar o cálculo do IMC: ele pode fornecer informações errôneas relacionadas ao seu corpo!

É de conhecimento geral que o Índice de Massa Corporal (IMC) é amplamente difundido como um potente indicador relacionado ao peso do indivíduo. Utilizando o famoso cálculo do peso em kg dividido pela estatura do indivíduo em metros ao quadrado, obtêm-se um valor que de acordo com uma determinada classificação informa se você está em uma faixa de peso considerada normal, ou se está abaixo do peso, com sobrepeso, ou até mesmo obeso.
Entretanto, em muitas situações, essas informações obtidas por meio do IMC não servem para nada e podem até mesmo serem falsas.

O IMC é um índice relacionado ao corpo humano que nos informa a quantidade de massa corporal por área corpórea, mas que não leva em consideração a composição corporal de um indivíduo, ou seja, ele não distingue os dois níveis básicos de composição corporal: massa gorda e massa magra ou livre de gordura (como músculos, ossos, etc).

Atletas de halterofilismo ou fisiculturismo, por exemplo, ao calcularem seu IMC, geralmente são classificados como sendo obesos ou estando com sobrepeso. No entanto, esses atletas têm realmente e visivelmente um maior peso corporal, mas quase sempre, essa maior quantidade de peso por área de seu corpo é dada quase que exclusivamente por massa muscular, mas como o IMC não é capaz de informar isso, esses indivíduos musculosos são considerados obesos. Situações opostas comumente também ocorrem. Pessoas aparentemente magras, principalmente idosos, ao calcularem seu IMC são classificados como estando dentro de uma faixa normal de peso para seu sexo e idade. Todavia, quando a composição corporal desses indivíduos é avaliada (por métodos como dobras cutâneas, bioimpedância, pesagem hidrostática, dentre outros) é possível observar a maior prevalência de tecido gorduroso por área corporal. Esse tipo de indivíduo é aquele geralmente conhecido como "falso magro".

Você já viu alguma pessoa musculosa ou simplesmente com maior quantidade de massa muscular natural ser classificada como obesa? Ou, então, já ouviu falar que pessoas com alto percentual de gordura corporal podem ser consideradas como estando com peso normal?
É nesse sentido que temos que ter cuidado ao utilizar o IMC como único indicador de peso. O IMC tem grandes limitações quando se quer estimar a composição corporal de um individuo (pois a princípio o IMC não serve para isso), e principalmente em determinadas situações, como no caso de atletas ou de pessoas idosas, citados anteriormente.
Por isso, muito cuidado ao utilizar esses indicadores e métodos para classificar seu tipo físico, seu peso, ou sua composição corporal. Está certo que os métodos destinados a isso são geralmente inviáveis e difíceis de serem realizados, entretanto a estimativa da composição corporal através de medições das dobras cutâneas, por exemplo, é muito mais fiel do que utilizar simplesmente um indicador como o IMC e pode ser feita por um Profissional de Educação Física!

Aí está mais uma dica do Saúde em Prática! Fique atento! 
Informações sobre consultorias online de treinamento, orientadas por mim, pelo e-mail: saudeempratica@gmail.com

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Sling Training ou Treinamento Suspenso: Novidade em exercício físico!

O Sling Training ou Treinamento Suspenso é um método de exercício que envolve conceitos do Pilates, Ginástica e Fisioterapia, surgido na Alemanha em 1920 e que agora começa a ganhar espaço entre os brasileiros.

O nome do exercício é o próprio nome do aparelho que se usa para a prática: um sistema de cordas elásticas que custa em média R$ 200 e que é facilmente transportado à qualquer lugar fazendo com que o exercício possa ser praticado em diversos ambientes, inclusive em casa.

O Treinamento Suspenso pode servir como exercício complementar a prática da Musculação, do Pilates, da Corrida, e de vários outros tipos de exercícios físicos, pois a instabilidade e vibração fornecidas pelas cordas provocam a ativação de musculaturas profundas e estabilizadoras de nosso corpo, promovendo uma melhor estabilização postural e articular, bem como uma musculatura mais ativa e resistente. Benefícios como melhora na coordenação motora, equilíbrio e força também podem ser observados.

Esse exercício é indicado principalmente para casos de reabilitação e para atletas. Entretanto, não existem restrições para sua prática, inclusive, os mais adeptos são adultos saudáveis, gestantes, idosos e até mesmo crianças.

Contudo, cabe ressaltar que é muito importante a orientação de um profissional certificado no método (educador físico ou fisioterapeuta), pois para que os benefícios possam ser obtidos é essencial o posicionamento correto do corpo bem como uma prescrição de exercícios específica para cada pessoa.

Aí está outra dica super interessante para colocar já sua Saúde em Prática!

Fontes: Fotos
Sobre o assunto
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